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Cancro e Vitamina C Intravenosa

Cancro e Vitamina C Intravenosa

Tratamentos com Vitamina C Intravenosa


- O que é?  -


  


 


  A Vitamina C (também chamada de ácido L-ascórbico ou ascorbato) é um nutriente que os seres humanos têm de obter através da alimentação ou de suplementos alimentares, uma vez que não é sintetizada pelo corpo.


  A Vitamina C é um importante antioxidante solúvel em água e, como tal, ajuda a prevenir o stress oxidativo. Também trabalha com determinadas enzimas desempenhando um papel fundamental na produção de colagénio extracelular, sendo muito importante para o bom funcionamento das células imunitárias (Hoffman, Cameron et al., 1979). Desempenha ainda funções-chave na síntese de L-carnitina, no metabolismo do colesterol, na actividade do citocromo P-450 e na síntese de neurotransmissores (Geeraert, 2012).


  Uma deficiência grave (falta) de Vitamina C na dieta provoca escorbuto, uma doença com sintomas de fraqueza extrema, letargia, hematomas e hemorragia.


  Quando tomada por infusão intravenosa (IV), a Vitamina C atinge níveis muito mais elevados no sangue do que quando tomada por via oral. Estudos científicos sugerem que estes níveis mais elevados de Vitamina C podem causar a morte das células cancerígenas. Recentemente o uso da Vitamina C intravenosa tem vindo a aumentar por entre a medicina integrativa e ortomolecular. Um levantamento realizado entre 2006 e 2008, junto de cerca de 300 médicos, indicou que cerca de dez mil pacientes receberam intravenosas de Vitamina C, numa dose média de 0,5 g por quilo de peso, sem efeitos adversos significativos (Padayatty et al. Al., 2010).


  Embora este tratamento possa ter uma variedade de aplicações possíveis, tais como o combate a infecções (Padayatty et al., 2010) e o tratamento da artrite reumatóide (Mikirova et al., 2012), tem gerado, nos últimos anos, um interesse crescente devido à sua potencial utilização no combate ao cancro.


  A Vitamina C foi sugerida pela primeira vez como uma ferramenta para o tratamento do cancro na década de 1950. O seu papel fundamental na produção de colagénio e protecção imunitária levou os cientistas a desenvolverem a hipótese de que a ingestão de Vitamina C poderia proteger o tecido saudável da invasão tumoral e do desenvolvimento de metástases (McCormick, 1959, Cameron et al., 1979).


  Além disso, uma vez que os pacientes com cancro têm, frequentemente, défice de Vitamina C, a sua reposição pode melhorar o funcionamento do sistema imunitário e melhorar a saúde e o bem-estar dos pacientes (Hoffman, 1985; Riordan, et al., 2005).


  Dentro desta perspectiva, os cientistas Henson, Cameron e Pauling observaram que pacientes com cancro terminal tratados com infusões intravenosas de ascorbato seguido de suplementação oral vivam até quatro vezes mais que os restantes (Cameron & Pauling, 1976).


  Contudo, dois ensaios clínicos realizados apenas com Vitamina C oral, conduzidos pela clínica Mayo, não mostraram quaisquer benefícios para o tratamento de cancro (Creagan, et al., 1979, Moertel et al., 1985), pelo que, a partir daí, a maioria das pesquisas centrou-se na Vitamina C aplicada de modo intravenoso. As razões para o uso de infusões intravenosas no tratamento do cancro podem ser resumidas nos seguintes pontos:


   * Concentrações de Vitamina C plasmático no intervalo milimolar podem ser alcançadas com segurança através de infusões intravenosas de Vitamina C.


   * Em altas concentrações a Vitamina C é preferencialmente tóxica para as células cancerígenas in vitro (em laboratório) e é capaz de inibir a angiogénese (crescimento de novos vasos sanguíneos a partir dos já existentes, vasos esses que alimentam as células cancerígenas) tanto in vitro (em laboratório) como in vivo (em animais e seres humanos).


   * A Vitamina C pode acumular-se nos tumores, levando a uma inibição significativa do crescimento tumoral.


  Estudos de caso publicados acerca de tratamentos com Vitamina C intravenosa relatam eficácia anticancerígena, melhoria do bem-estar do paciente e diminuição dos marcadores de inflamação e crescimento tumoral.


  Estudos clínicos de fase I indicam que a Vitamina C pode ser administrada com segurança e com poucos efeitos adversos.


 


SAIBA MAIS:


Síndrome da Deficiência de Endocanabinóide


Os Receptores do Sistema Endocanabinóide


  












Bibliografia:



Bibliografia:


Referências Bibliográficas



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