Testemunhos de Curas com Tratamentos Alternativos: Carla Camarillo
TESTEMUNHOS DE CURAS COM TRATAMENTOS ALTERNATIVOS
- Carla Camarillo -
Esta é a história de Carla Camarillo.
Diagnosticada com um cancro da mama de estágio 4, Carla curou-se do seu cancro em menos de um ano, sem recorrer a cirurgias, quimioterapia ou radioterapia.
Na entrevista a seguir Carla fala sobre os tratamentos naturais que levaram à remissão completa do seu cancro. Caso tenha dificuldades em compreender o inglês poderá ler a tradução dos diálogos no texto a baixo.
[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=YSJT65SafMo[/embedyt]
Cris: Olá. Daqui é o Cris, do “Cris beat cancer” e hoje, no sofá dos sobreviventes de cancro, no “’I AM’ Holistic Health Conference” temos Carla Camarillo que tem uma história de cura espantosa e a qual irá partilhar connosco. A Carla contactou-me através do Facebook. Na verdade, enviou-me a sua história através no nosso website.
Carla: É verdade
Cris: Sim. Bem, para quem não sabe, existe um link no site “chrisbeatcancer.com” onde pode partilhar a sua história. Se você tem uma história de cura e quiser partilhá-la, quero ajudá-lo a partilhá-la com o mundo. Por isso, sim, a Carla enviou-me a sua história, enviou-me uma mensagem, e aqui estamos.
Carla: Aqui estamos.
Cris: Em Las Vegas, Nevada, que é onde a Carla vive.
Carla: Sim, é onde eu vivo.
Cris: E deixe-me relembrar o seu site também, cancerwarriorclub.com. Ela tem a sua história lá e alguns materiais gratuitos.
Carla: Sim. Absolutamente.
Cris: Ok. Vamos contar a sua história. Cancro de mama.
Carla: Sim.
Cris: Quando é que foi diagnosticada?
Carla: Fui diagnosticada em Julho do ano passado, 2015. E fui inicialmente diagnosticada com um cancro da mama estágio 2. Mas fui mal diagnosticada e no fim soube que o meu cancro era estágio 4.
Cris: Quanto tempo é que demorou até rectificarem o diagnóstico?
Carla: Levou cerca de um mês.
Cris: Então a Carla pensava que era estágio 2 e depois, o que é que mudou?
Carla: Bem, eles queriam fazer quimioterapia. Bem, o tumor era muito grande.
Cris: De que tamanho?
Carla: Perto de 6 cm. Então eles disseram que não me podiam operar, o que foi bom para mim porque eu não queria fazer cirurgia de qualquer forma. Mas eles queriam que eu fizesse quimioterapia para o diminuir e depois fazer a cirurgia.
Cris: E porque é que eles disseram que não podiam operar?
Carla: Eles disseram que era muito grande e que podiam acabar por cortar o tumor.
Cris: Ok. É um pouco estranho.
Carla: Também acho um pouco estranho mas foi o que me disseram. E recusaram prescrever-me qualquer outro tipo de tratamento, excepto a quimioterapia que eu teria de iniciar imediatamente. E queriam pôr-me um cateter subcutâneo. E por isso eu estava muito assustada. Marquei uma consulta para o colocar mas acabei por não ir. Mudei de ideias e pensei: eu preciso de uma segunda opinião. Fui à USC (University of Southern California) e uma vez mais tive de fazer os exames todos outra vez. Os PETs, as Mamografias, fiz todos os exames que existiam. Eles disseram: temos muita pena mas tem de fazer tudo outra vez porque os testes que fez anteriormente foram inconclusivos.
Cris: Mas não segundo o outro grupo de médicos, certo?
Carla: Certo.
Cris: Interessante.
Carla: Então eles fizeram todos os testes e exames outra vez e depois nós esperamos em L.A. porque não vimemos lá, tivemos de ficar por lá durante o fim-de-semana. A cirurgiã telefonou-me e disse: lamento muito. Porque ela queria que eu participasse numa terapia experimental, ela acreditava que era o melhor para mim. Mas telefonou-me e disse-me: não só não posso operá-la como não posso introduzi-la na experiência, você tem cancro estágio 4, o qual se espalhou para os pulmões, nódulos linfáticos e externo; está muito próximo das vias respiratórias, por isso não há muito que possamos fazer por si, boa sorte.
Cris: Então a primeira opinião era estágio 2.
Carla: Sim.
Cris: A segunda era estágio 4.
Carla: Correcto.
Cris: E eu já disse isto várias vezes, mas quando eles dizem que não há nada a fazer é uma bênção disfarçada, concorda?
Carla: Sim. Absolutamente.
Cris: Então, talvez pense de forma diferente, mas na minha opinião quando a indústria do cancro diz a um paciente: podemos trata-lo; o paciente diz sim ao tratamento. E fazem todos estes tratamentos, que podem ou não resultar, e que muitas vezes não funcionam, existe muito sofrimento envolvido e normalmente, no fim do tratamento eles dizem: agora não há mais nada que possamos fazer por si. Certo? Agora você está num estágio terminal.
Carla: Exactamente.
Cris: Mas eles disseram-lhe que estava num estágio terminal no princípio.
Carla: Certo.
Cris: O que significa que lhe deram a liberdade de fazer o que quisesse.
Carla: Bem, ela sugeriu que eu consultasse um oncologista para saber o que ele poderia fazer por mim.
Cris: Ok.
Carla: Ela era cirurgiã. Por isso eu fui ao oncologista e ele disse-me: bem, nós podemos prolongar-lhe a vida fazendo uns tratamentos com quimioterapia. E queriam fazer cirurgia, também.
Cris: Portanto não estavam a curá-la.
Carla: Não, não.
Cris: Estavam apenas a dizer…
Carla: Bem, eles basicamente disseram … Eu disse-lhes: bem com o que vocês estão a propor quais são as minhas hipóteses de sobreviver por, vamos dizer, 5 anos? E ele disse: cerca de 2%. E eu disse: não me parece que queira fazer esse tratamento. Por isso não fiz quimioterapia, mas eles mesmo assim insistiam em operar, não ao tumor, mas queriam entrar pelas minhas vias respiratórias e tirar umas amostras só para saber se eu tinha outro tipo de cancro algures.
Cris: Ok.
Carla: Acredite ou não.
Cris: Cirurgia exploratória.
Carla: Certo.
Cris: Então, e estava disposta a isso?
Carla: Não, não. Eu disse, não me parece, muito menos só para matar a vossa curiosidade. Por isso, nessa altura, fiz muita pesquisa em terapias alternativas e vi “The Truth About Cancer” e isso direccionou-me a outros lugares e materiais, onde tive acesso ainda a mais informação. Nessa altura eu já tinha iniciado uma dieta maioritariamente vegetariana e com muitos sumos. Era tudo o que eu sabia, então.
Cris: Um bom começo.
Carla: Por isso comecei por aí, e depois fiz mais pesquisas e encontrei um médico, aqui em Las Vegas, que me deu infusões intravenosas de Vitamina C. Por isso comecei a fazer tratamentos com Vitamina C. Era muito difícil porque tinha a minha família e os médicos a telefonarem-me constantemente: tem de vir aqui fazer este teste; tem de fazer quimioterapia; não pode simplesmente não fazer nada; você vai morrer e esse tumor vai rebentar de dentro do seu peito.
Cris: Coisas assustadoras.
Carla: Pois.
Cris: Provavelmente não se estava a rir, na altura.
Carla: Não, não. Foi muito assustador. Mas o meu instinto dizia-me que aquela não era a melhor forma, e tinha de haver outras maneiras. Até perguntei ao médico. Eu disse: tem a certeza que não há nada no mundo inteiro que eu possa fazer e que me possa ajudar? E ele disse: não, nós temos os melhores tratamentos e não há nada melhor lá fora.
Cris: Ok. Então e o que mais é que você fez? Eu sei que pensou ir para algumas clinicas alternativas mas que elas eram demasiado caras, certo?
Carla: Certo. Fui a San Diego para me encontrar com um dos médicos. Eu queria muito tratar-me la mas o tratamento ia custar cerca de 40.000 dólares e naquela altura eu não tinha nem o dinheiro nem a disponibilidade, porque tinha de continuar a trabalhar. Por isso pensei, vou tentar juntar o dinheiro, até me inscrevi no site gofundme, mas não fui capaz de juntar todo o dinheiro que precisava, por isso …
Cris: Quanto é que juntou?
Carla: Cerca de 11.000 dólares.
Cris: O que é bom.
Carla: Sim. Ajudou-me a pagar os meus tratamentos de Vitamina C, o que acabou por ser a melhor coisa que fiz.
Cris: Para que não sabe, eu também fiz intravenosas de Vitamina C.
Carla: Então, eu continuei a fazer esses tratamentos. Fazia intravenosas 2 vezes por semana, suplementos, fiz o Protocolo Budwig e mantive-me bastante positiva. Penso que uma vez que a pessoa decida que isto é o que vai fazer é um grande alívio, mesmo quando se tem pessoas ao nosso redor a dizer que não podemos fazer isto. Por isso, eu simplesmente mantive esta rotina.
Cris: Peço desculpa por interromper, mas existe muita ansiedade, quando se está a tentar decidir o que fazer. Temos duas opções muito diferentes, temos o modelo convencional e o modelo holístico. E existem algumas pontes, pode-se misturar ambos mas, muitas vezes, isso não funciona muito bem. Por isso, normalmente, é ou um ou o outro.
Carla: Exactamente.
Cris: E ambas as opções são assustadoras, certo?
Carla: Sim.
Cris: São ambas assustadoras, mas assim que se toma uma decisão é um alívio, a ansiedade desaparece.
Carla: Exactamente. Porque em ambas as opções pomos em risco a nossa vida mas temos de ver, se eu só vou viver uns anos, ou alguns meses, quero mesmo viver daquela maneira? Eu quero qualidade de vida, eu quero fazê-lo à minha maneira.
Cris: Como o Sinatra.
Carla: É isso mesmo. Por isso sim, absolutamente. E foi fantástico. Porque em 3 meses eu já podia ver … eu fins alguns exames e o tumor tinha diminuído por 1/3.
Cris: Ok. É óptimo.
Carla: Não é? E não sabíamos mais nada.
Cris: E isto sem quimioterapia.
Carla: Sem quimioterapia.
Cris: E sem radioterapia.
Carla: Sem radioterapia ou cirurgia.
Cris: Apenas algumas mudanças na dieta.
Carla: Certo.
Cris: Vitamina C. Fez alguns suplementos, tenho a certeza.
Carla: Sim.
Cris: Quer falar sobre isso um pouco?
Carla: Claro. Fiz muito açafrão-da-terra, fiz muita Vitamina C em forma liquida como suplemento, fiz um suplemento chamado Protandim.
Cris: Sim. Conheço.
Carla: E usei … estou a pensar. Na altura estava a tomar cerca de 20 suplementos diferentes. Selénio, Vitamina D, B12, Dr. Rath, usei isso. Usei LDN.
Cris: Low-Dose Naltrexone. Fale um pouco sobre isso.
Carla: É fantástico.
Cris: É um fármaco.
Carla: Sim. Mas em pequenas doses é muito seguro. É maioritariamente usado para a desintoxicação de drogas pesadas. Mas quando é tomado em doses baixas não faz mal nem é tóxico, e pela minha experiência foi bastante benéfico. Eles não sabem exactamente como funciona mas tem algo a ver com as endorfinas.
Cris: Por isso coloquem na Google Low-Dose Naltrexone e cancro e poderão aprender muito sobre este medicamento.
Carla: Absolutamente. Acima de tudo os sumos foram muito importantes. Senti claramente que os sumos foram uma das coisas que mais contribuíram para a minha cura.
Cris: Então, encolheu por 1/3 em 3 meses e depois?
Carla: E depois, 6 meses mais tarde, o tumor principal tinha diminuído para metade. Eu fim um exame PET. Não gosto de fazer exames com radiações mas às vezes temos de os fazer para mostrar às outras pessoas o que está a acontecer, que não estamos apenas a inventar.
Cris: Bem, queremos ver se o que estamos a fazer está a funcionar. E ajuda termos provas de que o que estamos a fazer funciona face a pessoas que dizem que estamos a inventar. Não, aqui estão os meus exames.
Carla: Estes seis meses mostraram que o meu tumor encolheu para metade e que todos os outros sete tumores que se encontravam nos meus pulmões e esterno, desapareceram.
Cris: Desapareceram.
Carla: O médico não foi capaz de encontrar nenhum deles.
Cris: Não estou surpreso. Ouço histórias como esta frequentemente.
Carla: Certo.
Cris: Os pequenos desaparecem primeiro. O corpo trata primeiro das metáteses e depois começa a focalizar-se no grande.
Carla: Certo. E eu disse ao médico: sabe, eu não tomei aqueles comprimidos que me prescreveu porque descobri que eram quimioterapia e eu disse-lhe que não queria fazer quimioterapia. Em vez disso fiz Vitamina C. E ele respondeu-me: bem você sabe que antioxidantes em excesso causam cancro, certo? E eu disse: sim, li algo sobre isso.
Cris: Não existe nenhum estudo que ligue a Vitamina C ao cancro. Não existe. Existem alguns estudos com antioxidantes, Vitamina A e E, que foram dadas a pacientes de cancro e descobriram que os pacientes ficavam piores quando tomavam estes antioxidantes na sua forma isolada. E talvez até seja verdade. Mas não existe nada sobre a Vitamina C na literatura médica que diga que a Vitamina C causa cancro ou faz com que os pacientes de cancro fiquem piores.
Carla: Certo. E no princípio eu perguntei-lhe se havia alguma dieta que eu deveria seguir, ou o que é que achava sobre dietas baixas em açúcar. E ele disse-me: não interessa; não interessa o que você come.
Cris: Não interessa o que você come. É o concelho habitual que os médicos dão aos pacientes de cancro.
Carla: Por isso quando ele viu os resultados ficou sem palavras. E felicitou-me por eu ter perdido peso.
Cris: Porque isso era realmente o mais importante.
Carla: Certo. Por isso agora, três meses depois disso, mais ou menos cerca de 8 meses depois de ter começado estes tratamentos, fiz um novo exame e o tumor tem 2 cm, nem isso, mas o exame mostra que o cancro desapareceu. Basicamente não existem células cancerígenas activas no meu corpo.
Cris: É fantástico. Então a PET mostrou que não há cancro.
Carla: Não, nada
Cris: Mas existem 2 cm de alguma coisa, que pode ser tecido fibroso, pode ser benigno …
Carla: É porque leva algum tempo até o tecido fibroso desaparecer.
Cris: Pode ser um tumor morto.
Carla: Sim, um tumor morto.
Cris: É fantástico. Adoro. Estou tão feliz por si. E o total de tempo desde que começou estes tratamentos são 9 meses?
Carla: Vai fazer 1 ano em Julho.
Cris: 11 meses, então. Porque estamos em Junho.
Carla: Exactamente. O exame foi feito há cerca de duas semanas por isso sim.
Cris: Bem, menos de um ano.
Carla: Sim, menos de um ano.
Cris: Menos de um ano. Bem, a lição aqui é que as pessoas não se vão curar em 3 semanas, mas o corpo consegue curar-se. Levou muito tempo para a Carla desenvolver cancro, e para eu desenvolver cancro. Anos! Leva anos para uma única célula se multiplicar o suficiente para se tornar detectável como cancro no organismo. Por isso, leva muito tempo para se formar e leva muito tempo para curar. Mas não tanto tempo como levou para se formar, certo?
Carla: Certo.
Cris: Por isso paciência é muito importante. Temos de ser pacientes, persistentes, temos de estar dedicados ao nosso protocolo.
Carla: É isso mesmo.
Cris: Não inventar desculpas, não fazer excepções, simplesmente seguir o plano. E outra coisa muito importante é medir o progresso. Porque a Carla manteve a vigilância. Um exame de 90 em 90 dias, e eu vejo muitas pessoas terem resultados incríveis em 90 dias. Em alguns casos o cancro desapareceu completamente, em outros o cancro encontra-se a diminuir visivelmente, a curar-se ou o quer que lhe queiram chamar. E esta foi a sua história, certo? Por isso a sua confiança deve ter sofrido um enorme impulso quando viu …
Carla: Sim, de repente, todo aquele medo, será que está a funcionar, será que não está a funcionar, simplesmente desaparece.
Cris: Porque fica a saber que está a funcionar.
Carla: Exactamente.
Cris: Então há que se manter. Ainda lá está e por isso há que continuar a batalhar, continuar a viver a vida, focalizando-se na alegria e na felicidade.
Carla: E isso é muito importante. Quanto mais positiva for a nossa atitude mais depressa nos curamos.
Cris: Concordo absolutamente.
Carla: E se fizermos um pouco de Yoga aqui e ali também ajuda.
Cris: Exercício físico, ar fresco, sol, felicidade, alimentos da terra, muitos suplementos e talvez umas quantas terapias alternativas, como intravenosas de Vitamina C. Sim. A sua história é perfeita. Estou muito feliz de a conhecer. Muito feliz por podermos partilhar esta história.
Carla: Eu também.
Cris: E estou entusiasmado, porque sei que também vai ser capaz de ajudar muitas outras pessoas. Por isso, uma vez mais, as pessoas podem encontra-la em
Carla: http://www.cancerwarriorclub.com/
Cris: E alguma coisa mais? Vamos ver, o que diria a alguém que foi recentemente diagnosticado? O que é que eles precisam de saber?
Carla: A coisa mais importante que as pessoas precisam de saber é que precisam de cortar todos os químicos tóxicos, incluindo os produtos de limpeza, produtos de beleza e cosmética e alimentos. Precisam de cortar estas cosias imediatamente. Penso que esta é a prioridade máxima. Limpar o próprio ambiente.
Cris: Por isso a dieta e o ambiente. Sim.
Carla: É a primeira coisa. E em segundo lugar é adicionar todos os nutrientes que nos fazem falta e que nos vão ajudar a curar, ajudar o nosso sistema imunitário a voltar ao normal. Por isso os sumos, e os vegetais, e os suplementos. Os suplementos são importantes porque não conseguimos nutrientes que cheguem através da nossa alimentação de hoje em dia. É muito difícil. O solo está contaminado e por isso não produz como produzia.
Cris: Sim. Existem algumas ervas em forma de suplemento que simplesmente não estão disponíveis na nossa dieta normal.
Carla: Certo.
Cris: Existem certos suplementos que nos dão coisas que simplesmente não conseguimos adquirir através da comida. Como suplementos com altas doses de açafrão, como a Carla fez, ou altas doses de Vitamina C.
Carla: Certo.
Cris: Concordo plenamente consigo.
Carla: Então, isso é muito importante. E depois precisa-se de procurar um tipo de tratamento que mate o cancro, alguma forma de tratamento alternativo, quer seja com Vitamina B17 ou Vitamina C, ou o Protocolo de Budwig, ou o quer que se queira usar. Existem tantos, centenas de cosias diferentes que podemos fazer. Só temos de pesquisar e ver qual deles é mais adequado à nossa situação. E eu fui bombardeada com vários programas diferentes, mas decidi que devia manter as coisas simples e ver se funcionava, e se não funcionasse logo tentava outra coisa diferente.
Cris: Manter as coisas simples, monitorizar o progresso e, se não funcionar, tentar outra coisa diferente. O conselho perfeito.
Carla: Certo. No meu website, se se inscreverem na nossa Newsletter, enviamos-lhe uma checklist para o ajudar a iniciar o seu protocolo. Por isso tem uma lista de ponto por ponto, a dizer faça isto primeiro, a seguir isto, depois isto …
Cris: Perfeito.
Carla: Quem me dera ter tido essa ajuda. Eu não tive ninguém que me desse nenhuma informação. Por isso…
Cris: É óptimo. Ainda bem que compilou essa lista.
Carla: Excepto o Cris. Quando encontrei o seu site.
Cris: Ok. Obrigado Carla
Carla: Obrigada eu.
Cris: Obrigado a todos por assistirem, por favor partilhem este vídeo nas redes sociais. Ajudem-nos a espalhar a palavra. O cancro pode ser curado. Apenas outra história magnífica de sucesso. E já agora existem cinquenta entrevistas como esta no canal da Youtube Crisbeatcancer, e em http://www.chrisbeatcancer.com. Por isso, uma vez mais, se estão à procura deste tipo de informação, se estão à procura de esperança e inspiração, ela existe por ai, eu simplesmente tento trazê-la até vós. Por isso, obrigado por assistirem e até à próxima.
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