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Quimioterapia - Benefícios e Malefícios

Quimioterapia - Benefícios e Malefícios

QUIMIOTERAPIA


- Beneficíos e Malefícios -


  


 


  Como muitos sabem, antes de se proceder a qualquer tipo de tratamento com quimioterapia, o médico responsável pelo mesmo solicita que o paciente assine um Termo de Consentimento Informado, através do qual o paciente afirma que compreende e aceita todos os possíveis efeitos secundários, e consequentemente malefícios para a sua saúde, que esse tratamento poderá trazer.


  O Termo de Consentimento Informado pressupõe, assim, que o paciente seja informado de todos os pormenores relativos ao seu tratamento, os quais incluem protocolos médicos (necessidade de cirurgia, colocação de cateteres, via através do qual a medicação será administrada, duração da administração, etc.), probabilidades de sucesso, e, claro, os efeitos secundários que advém de certo tratamento.


  Na nossa experiência, habitualmente, os procedimentos médicos são razoavelmente explicados, se bem que muitas vezes pormenores importantes ficam omissos; as probabilidades de sucesso são quase sempre inflacionadas e os efeitos secundários são, digamos assim, romantizados. Ouvimos sempre dizer que a pessoa provavelmente ficará sem cabelo, que pode sentir-se enjoado e maldisposto e que o tratamento pode causar diarreia mas, para além disso, pouco mais é explicado ao doente e seus familiares.


  Assim, nesta secção iremos, aos poucos, construir uma lista das diversas drogas habitualmente utilizadas em quimioterapia, compilando a sua natureza e efeitos secundários tal como eles são descritos na literatura médica. Para que o Termo de Consentimento Informado seja de facto o espelho de um paciente devidamente consciente dos riscos que corre ao optar por dado tratamento.


  Caso esteja a fazer algum tratamento com quimioterapia e deseje conhecer os seus efeitos não hesite em contactar-nos. Para tal basta que envie o nome das drogas que está a usar. Teremos todo o gosto de as adicionar à nossa lista. Obrigada.


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[wc_accordion_section title="Gemcitabina - GEMZAR"]

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[wc_tab title="O que é?"]

  A Gemcitabina é um dos medicamentos usados quimioterapia pertencente ao grupo dos antimetabólitos. Os antimetabólitos são substâncias semelhantes às moléculas normais do corpo, mas são ligeiramente diferentes em termos de estrutura. Essas diferenças permitem que os antimetabólitos impeçam as células a funcionar correctamente.


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[wc_tab title="Apresentação"]

  * Via de administração: Intravenosa GEMZAR (cloridrato de Gemcitabina)


  É apresentado em frascos de vidro transparente de 10 ml e 50 ml de capacidade, contendo cloridrato de Gemcitabina, equivalente a 200 mg ou 1 g de Gemcitabina em base livre, respectivamente.


  Após reconstituição com solução fisiológica de cloreto de sódio o pH da solução resultante está entre 2,7 e 3,3.


  Excipientes: manitol, acetato de sódio. Acido clorídrico e/ou hidróxido de sódio podem ter sido adicionados para ajuste de pH.


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[wc_tab title="Indicações"]

  A gemcitabina é normalmente indicada para o tratamento de pacientes com:


  - O cancro adenocarcinoma do pâncreas localmente avançado ou com metáteses e cancro pancreático refractário.


  - O cancro do pulmão de células não-pequenas localmente avançado ou metastático como tratamento de primeira linha, isolado ou em combinação com a cisplatina.


  - O cancro da mama com metástases, cancro de mama irressecável ou localmente recorrente que recidivou após quimioterapia adjuvante/neoadjuvante. O tratamento deve ser feito em combinação com Paclitaxel ou após quimioterapia para doença metastática com Antraciclina.


  - O cancro da bexiga com metáteses (em combinação com a cisplatina).


  - O cancro do ovário (em combinação com carboplatina).


  A Gemcitabina isolada ou em combinação com outras drogas demonstrou ainda actividade para cancro renal, cancro do tracto biliar, cancro da vesícula biliar e cancro testicular avançado refractário. Em combinação com a Cisplatina e/ou Radioterapia, a Gencitabina mostrou actividade no cancro do colo do útero.


  A Gemcitabina é também por vezes utilizado para outros tipos de câncer, como parte de ensaios clínicos.


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[wc_tab title="Advertências"]


  . O aumento do tempo de infusão e o aumento da frequência das doses mostraram aumento de toxicidade no organismo.


  . A Gencitabina suprieme a função da medula óssea, originando leucopenia (redução no número de glóbulos brancos, por volume de sangue circulante), trombocitopenia (ou plaquetopenia - a redução do número de plaquetas no sangue) e anemia (diminuição da quantidade de glóbulos vermelhos ou de hemoglobina no sangue). Os pacientes a fazer tratamento com Gencitabina devem ser monitorizados antes de cada dose quanto à contagem de plaquetas, leucócitos e granulócitos. Deve-se considerar a suspensão ou modificação do tratamento quando for detectada depressão da medula óssea induzida pela droga.


  . A administração de Gencitabina em pacientes que apresentem metástases hepáticas e/ou historial médico de hepatite, alcoolismo ou cirrose hepática preexistentes pode exacerbar a insuficiência hepática de base. Testes laboratoriais da função hepática e renal devem ser realizados periodicamente.


  . O tratamento com Gencitabina pode provocar carcinogénese (formação de outros cancros), mutagénese (mutação do DNA das células) e danos à fertilidade.


  . O uso da Gencitabina deve ser evitado em mulheres grávidas ou a amamentar, devido ao potencial de danos ao feto ou ao bebé. A avaliação de estudos experimentais em animais demonstrou toxicidade reprodutiva, ou seja, defeitos congénitos ou outros efeitos sobre o desenvolvimento do embrião ou do feto, quando aplicado durante o período de gestação ou pós-natal.


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[wc_tab title="Interacções Medicamentosas"]


  . Gemcitabina + Radioterapia - A toxicidade associada a esta terapia depende de muitos factores diferentes, incluindo a dose e a frequência da administração de Gencitabina, a dose da radiação, e qual o tecido e o volume alvo. Estudos pré-clínicos e clínicos demonstraram que a Gencitabina tem actividade radiosensitiva, pelo que o corpo é vítima de graus de toxicidade significativa, na forma de mucosite (inflamação da parte interna da boca e da garganta) grave e potencialmente fatal, especialmente esofagites (inflamação do esófago, o tubo muscular que transporta os alimentos desde a boca até ao estômago) e pneumonites ( inflamação no pulmão), particularmente em pacientes com altas doses de radioterapia. Ainda não foi definido o regime óptimo para a administração segura da Gencitabina quando em conjunto com doses terapêuticas de radioterapia.


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[wc_tab title="Efeitos Secundários"]


  1. Sistema Hematológico e Linfático (sangue e linfa)


  Uma vez que a Gencitabina é um supressor da medula óssea, são efeitos comuns e esperados da sua administração os seguintes:


  - Anemia (diminuição da quantidade de glóbulos vermelhos ou de hemoglobina no sangue, que pode levar à necessidade de transfusões de sangue)


  - Leucopenia (redução no número de glóbulos brancos, por volume de sangue circulante)


  - Trombocitopenia (ou plaquetopenia - a redução do número de plaquetas no sangue, que leva a uma facilidade acrescida de ocorrerem hematomas e nódoas-negras, sangramento das gengivas e do nariz)


  - Neutropenia febril (febre acima dos 38º orais devido à redução de neutrófilos, células responsáveis pela defesa ou imunidade do organismo)


  Esta droga deve ser descontinuada aos primeiros sinais de evidência de:


  - Anemia hemolítica microangiopática (diminuição do número de glóbulos vermelhos devido a alterações ao nível dos pequenos vasos sanguíneos) como sejam a rápida diminuição de hemoglobina (uma metaloproteína presente nos glóbulos vermelhos que contém ferro) com trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue) concomitante


  2. Sistema Gastrointestinal


  São comuns os seguintes efeitos:


  - Problemas relacionados com a função hepática


  - Náuseas acompanhadas de vómitos


  - Diarreia ou Prisão de Ventre


  - Estomatite (doenças ou inflamações da boca)


  - Sangramento das gengivas


  3. Sistema Genital e Urinário


  São comuns os seguintes efeitos


  - Hematúria (presença anormal de eritrócitos (glóbulos vermelhos) na urina )


  - Proteinúria (perda excessiva de proteínas através da urina)


  - Dor ao urinar


  - Amnorreia nas mulheres (desaparecimento da menstruação)


  Pode ainda ocorrer


  - Síndrome hemolítico-urêmica (uma doença séria que afecta os rins e a capacidade do corpo de coagular o sangue) foi relatada por alguns pacientes recebendo Gencitabina.


  - Insuficiência renal


  A insuficiência renal pode não ser reversível mesmo com a interrupção da terapia e diálise pode ser necessária.


  4. Sistema Respiratório


  São comuns os seguintes efeitos


  - Dispneia (falta de ar)


  - Tosse


  - Corrimento nazal


  - Broncoespasmo (espasmos nos brônquios que impedem a passagem do ar até os pulmões)


  Também pode ocorrer:


  - Pneumonite intersticial (doença pulmonar crónica caracterizada por um declínio progressivo na função pulmonar)


  - Edema Pulmonar (um acumular anormal de líquido nos pulmões que leva à falta de ar)


  - Síndrome do Desconforto Respiratório do Adulto (um tipo de insuficiência pulmonar)


  Se tais efeitos aparecerem, deve-se considerar a descontinuação da terapia com Gencitabina. A adopção imediata de medidas de suporte pode ajudar a melhorar a condição do paciente.


  5. Pele e Anexos


  São comuns os seguintes efeitos:


  - Erupção cutânea (Vermelhidão ou inflamação da pele; lesão da pele;), frequentemente associada a prurido (comichão)


  - Alopecia (perda de cabelo)


  Podem ainda ocorrer


  - Outras reacções graves da pele, tais como descamação e erupções cutâneas bolhosas


  - Hipersensibilidade - reacções anafilactóide (reacção alérgica)


  - Sintomas de gripe - sintomatologia semelhante à da gripe como febre, dor de cabeça, calafrios, mialgia (dores musculares), astenia (fraqueza orgânica) e anorexia (falta de apetite), tosse, rinite, dor de garganta, mal-estar e sudorese (ecesso de suor) também são comumente relatados.


  6. Sistema Cardiovascular


  São comuns os seguintes efeitos:


  - Edema e edema periférico (acúmulo anormal de líquido no compartimento extracelular intersticial ou nas cavidades corporais)


  - Hipotensão (tensão arterial baixa)


  Podem ainda ocorrer


  - Insuficiência cardíaca


  - Arritmias (batimentos cardíacos desregulados), predominantemente de natureza supraventricular


 - Sinais clínicos de vasculite periférica ( inflamação dos vasos sanguíneos) e gangrena (necrose causada pela morte de um tecido por falta de irrigação sanguínea)


  7. Outros


  - Um aumento do risco de contrair outras infecções devido à descida dos glóbulos brancos – é muito mais difícil combater infecções visto que todo o sistema imunitário se encontra prejudicado, o que pode levar ao surgimento de doenças graves


  - Dores musculares e dores de costas


  - Sensação de frio e tremores


  - Cansaço e fadiga acentuada


  - Palidez devido à baixa de glóbulos vermelhos


  - Inchaço da cara, mãos e pés


  - Lesões cancerígenas, intoxicações e outras complicações a longo prazo, após os tratamentos


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[wc_tab title="Populações Especiais"]


  . Uso em crianças:


  A Gencitabina foi avaliada em alguns estudos para o uso em crianças com vários tipos de tumores. Estes estudos não forneceram dados suficientes para estabelecer a eficácia e segurança do uso da Gencitabina em crianças.


  . Pacientes com insuficiência renal e hepática:


  A Gencitabina deve ser usada com cuidado em pacientes com insuficiência renal ou hepática, devido às informações dos estudos clínicos serem insuficientes para permitir uma recomendação clara de dose para esta população.


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[wc_accordion_section title="Paclitaxel - Taxol"]

BREVEMENTE


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  * Sites de Referência:


MedicinaNet 


Cancer Research UK


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http://alkimya.org/NovaAlkimya/blog/2016/10/26/quimioterapia-beneficios-e-maleficios/

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